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07/11/20 - "45 Anos" e "Allesverloren" - Andrew Haigh e Nadine Gordimer

Atualizado: 25 de out. de 2022

https://drive.google.com/file/d/1OjA7RROEZuMk7R466sfsWOIHPEWKZUgD/view?usp=sharing

Confraria da Padoca promove Encontro de Cinema, Literatura e Arte.



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O que vc faria se o passado batesse à sua porta?

E se a presença do que já se foi, voltasse como um fantasma para aterrorizar o presente?

Vc conhece realmente quem está ao seu lado?

Como lidar com o desgaste de uma relação que dura há mais de 45 anos?

Rotina entediante, falta de sexo, problemas de saúde...

Como encarar os problemas relacionados ao envelhecimento numa relação madura?



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Filme | "45 Anos" de Andrew Haigh


Um casal de sexagenários (Charlotte Rampling e Tom Courtenay -  Brilhantes!), está prestes a  completar 45 anos de união. Algo a ser  comemorado. Mas um fantasma do passado retorna à vida "equilibrada" do  casal e tudo se desmorona. A narrativa lenta e a câmera precisa, esmiuça  com requinte os sentimentos dos personagens. Baseado no conto de David  Constantine "País Estrangeiro". "45 Anos" é um filme elegante e contido que mostra como  uma união aparentemente feliz pode ser atormentada por um eco do  passado. O jovem diretor Andrew Haigh desponta como uma das principais  luzes do cinema britânico. Todos temos nossos esqueletos no armário. O sótão é uma metáfora  clássica das coisas que acumulamos na mente.






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Conto | "Allesverloren" de Nadine Gordimer - conteúdo extraído do livro Beethoven era 1/16 Negro


Em "Allesverloren", do livro Beethoven era 1/16 Negro de Nadine Gordimer, uma viúva quer encontrar o parceiro com quem seu velho marido teve um caso antes de conhecê-la - mas ... "o passado é um país estrangeiro de entrada proibida"- como se frisa numa passagem do conto. Inquisidor, corajoso e delicado nos leva a refletir sobre o buraco negro do passado onde ainda não existíamos aos olhos de nosso companheiro. Nadine Gordimer (1923-2014) foi uma escritora sul-africana premiada com o Nobel de Literatura em 1991. O tema mais recorrente em suas crônicas são as más condições sociais durante o Apartheid, um regime sul-africano de segregação racial que durou quase cinquenta anos. O apoio ao líder africano Nelson Mandela e sua filiação ao Congresso Nacional Africano, movimento político que lutava contra o regime, levou à censura e banimento de vários livros de Nadine. A autora sempre apresentou seu trabalho como forma de resistência a todo controle estatal da produção literária e cultural. A adesão às causas feministas, em favor da prevenção da AIDS e o apoio aos portadores de HIV marcam sua atuação.


Leia o conto na íntegra, clicando abaixo.



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Quando?

07/11/2020

Roda de conversa: das 16h às 18h

Onde?

Na sua casa através do aplicativo Zoom  (Play Store) (Apple Store)


Participação Especial:

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Apoio:






Você também poderá encontrar o link em nossos canais de comunicação.



 
 
 

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